Hospitalidade é ACOLHIMENTO

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Entre as inúmeras palavras que representam a hospitalidade, muito provavelmente a que mais se aproxima é acolhimento. Podemos dizer até que são quase sinônimos.

Acolher tem origem latina acolligere, significando receber, reunir, cuidar, proteger.

O acolhimento é a porta de entrada para a boa convivência, pois nos convida à abertura ao outro, tanto para acolher, quanto para ser acolhido. Uma boa acolhida é, geralmente, responsável pela criação e/ou fortalecimento de fortes vínculos humanos. Essa sensação de sentir-se em casa e de fazer o outro se sentir em casa revigora o nosso bem-estar.

 

Nós amamos quando nos sentimos esperados, cuidados, mimados!

Encontramos formas e rituais de acolher nas mais diversas culturas humanas, que comumente envolvem rituais de alimentação, entretenimento e hospedagem. A hospitalidade, por sua vez, está presente nessas formas de acolhimento que seguem regras, ritos e costumes passados de geração para geração. É por isso que...

 

Nós identificamos, imediatamente, quando somos bem vindos!

Mas, embora prazeroso, acolher (de verdade) não é nada fácil. A arte do acolhimento envolve muitas nuances e requer sacrifício, desprendimento, comprometimento, generosidade, altruísmo, empatia, entre outras coisas. Envolve, especialmente, antecipar-se aos desejos e necessidades daqueles a quem acolhemos, imaginando o que de melhor poderíamos lhes oferecer ou proporcionar.

 

Agradecidas, as pessoas acolhidas costumam retribuir das mais diversas formas. Essa dinâmica de reciprocidade é a principal responsável pelo estabelecimento de laços de amizade que sobrevivem e se nutrem desse ciclo virtuoso (e permanente) de dar-receber-retribuir, permitindo, dessa forma, que a hospitalidade aconteça sempre.

Quando se trata de acolhimento, seja ele doméstico, profissional, público ou virtual, o importante é zelar para que ele esteja presente sempre, ou seja, desde o primeiro contato até o último. Atitudes de acolhimento podem ampliar a noção e a sensação de hospitalidade em qualquer um desses locais, além de otimizarem as interações humanas, na medida em que maximizam o potencial das relações interpessoais, abrindo espaço para a humanização e o respeito à diversidade, por exemplo.

No entanto, o acolhimento não pode ser uma placa de “seja bem-vindo” pendurada na parede, ou um sorriso amarelo ou protocolar de um recepcionista de hotel, nem mesmo um “sinta-se em casa” dito de forma morna e impessoal. Assim como a própria hospitalidade, o acolhimento precisa ser de verdade, ou seja, precisa de espontaneidade, abertura de espírito e de uma verdadeira vontade e alegria em servir.

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